Acredito que já há alguns anos vários profissionais de marketing, publicitários e comunicadores em geral vêm discutindo sobre a eficiência do marketing, principalmente quanto à comunicação e publicidade. E penso que hoje já temos uma ideia mehor formada em como o ambiente mudou e como as estratégias devem ser adaptadas. Já entendemos que não podemos abordar o marketing como há 60 anos atrás, quando o termo começou a ser difundido. Todo o contexto mudou: as pessoas, a visão do mundo e as ferramentas de marketing.
Então, diante dessas mudanças, por que continuar com as mesmas estratégias? Ou por que continuar tratando as novas ferramentas de comunicação como as tradicionais?
A Agência Click Isobar conseguiu fazer uma paralelo de forma simples e prática da comunicação do século XX e XXI, que você pode conferir no vídeo abaixo. Todo empreendedor do século XXI deve ter isso em mente.
In: Mercado Digital
25 May 2010Já há alguns anos a sociedade vê a ascensão das mulheres. E quem diria que aquelas que queimaram sutiãs, agora dominam a principal plataforma tecnológica da atualidade: a internet. Se você ainda não acredita, leia esse post. Se você já acredita e quer gerar negócios no seu site, leia esse post.
Antes de qualquer coisa, uma citação de quem entende:
“O século XIX ficou conhecido como o século europeu; o XX, como o americano. O século XXI será lembrado como o Século das Mulheres.” – Tsvi Bisk, Center for Strategic Futurist Thinking, 2008
Essa frase encontrei em uma pesquisa inspiradora da Sophia Mind, uma empresa de pesquisa e inteligência de marketing feminino. Como o objetivo desse post não é falar tudo sobre o comportamento da mulher em relação à internet, abaixo seguem 02 pesquisas da Sophia Mind para download, além das informações que achei que são de maior destaque.
* Gostaria de agradecer @brunomaletta que em nome de @sophiamind autorizou a publicação dos estudos apresentados no SlideShare.
Insights
SE: Mulheres querem FERRAMENTAS ONLINE para GANHAR TEMPO.
SE: 93% usam mídia social.
SE: 75% das internautas usam ORKUT.
SE: estão sempre em busca de conteúdo relevante.
SE: 55% das mulheres internautas já fizeram compra online.
SE: 48% gastam mais de R$ 200,00 por compra online e média de R$ 475,00.
ENTÃO: Por que não investir mais em conteúdo em sua loja virtual?
ENTÃO: Por que não implementar ecommerce em seu site/blog?
ENTÃO: Por que não fazer um aplicativo (ferramenta online) para mídia social que faça a ligação entre conteúdos e ecommerce?
Projeto Aberto
Agora vamos fazer acontecer. Vamos continuar essa discussão como um brainstorm e tirar mais ideias sobre o assunto. Dessa forma, nós do marketing digital podemos fomentar várias ideias aplicáveis de inúmeras maneiras e aumentar nosso network. Enquanto demais empreendedores podem encontrar ótimas soluções e profissionais para colocar em prática.
Faça seu comentário e divulgue para esquentar a discussão.
Hashtag: #projetoaberto #seculodasmulheres
In: WebDesign
11 May 2010A palavra Design é tão usada, por tantas pessoas diferentes, que sua ideia original acaba sendo comprometida ou, pelo menos, nos deixa confuso. Por exemplo, cabeleireiro é agora hair designer; o cara que usa o CorelDraw, o que cria embalagens, o artesão, o desenhista e o artista também são chamados de designers. Todos estão errados? Na verdade, se analisarmos a palavra em sua origem, em todos os casos há um certo sentido. Afinal, design é o quê?
Para entender essa palavra pensei em buscar os principais autores e então encontrar ideias convergentes. Mas aí eu estaria buscando ideias já prontas, raciocinadas por pessoas de uma determinada área. Sabe aquele negócio de “puxar a sardinha”? Eu estaria a mercê de interesses variados. Portanto pensei no que seria mais imparcial possível: o dicionário. Mais especificamente o Houaiss.
Então iniciemos a análise. Para facilitar, fiz algo semelhante a um mapa mental, já que nossa mente não é linear como um texto.
Primeiro, vamos decompor a palavra:
A palavra design não tem uma tradução livre para o português, mas há palavras que se assemelham. Agora, observem a etimologia de design e desígnio.
Agora vamos à discussão.
Observemos que essas duas palavras têm em comum a origem: a palavra em latim designàre, que tem o sentido de marcar, indicar. Ao mesmo tempo, quando decompomos anteriormente, percebemos a presença de ideias como: sinais, marcas, desenhos, ornamentos, embelezamento.
Bem… então “criei” um entedimento.
Quando “indica-se”, entendemos que está nos apontando um alvo, um objetivo. Se é um objetivo, temos que alcançá-lo. Se temos que alcançá-lo, devemos traçar uma estratégia, um projeto.
Portanto:
Design é um projeto para se alcançar um objetivo por meio de formas e desenhos.
Então, podemos depreender dessa ideia que o design não significa uma arte visual vazia, que existe apenas por ser bela (aliás, o que é belo?). Ela na verdade tem um propósito. E essa arte visual final foi concebida daquela maneira porque estudou-se qual era o problema e criou-se uma solução, depois deve-se aplicar e monitorar como está sendo o uso para possíveis adaptações futuras.
Discussão
Agora é a hora de aprofundarmos o diálogo. Você concorda? Tem outro entendimento? Gostaria de complementar com seu ponto de vista? Por favor, compartilhe suas ideias.
Princípios do Design, IBM.
Traduzindo o Design, Mariane Senna.
Compreensão dos fundamentos do desenho, Desenhantes – dica de @moisescainan.
Indique outros textos e publicarei aqui.
Arquitetura da Informação é uma expressão que para muitos não tem importância ou função. Ou é algo que sempre fez, não acredita que precisa pagar para um profissional fazer somente isso. Engana-se quem pensa assim.
Essa história, na verdade, só começa a ter importância a partir da criação da idéia da Web 2.0 (assim batizado por Tim O’Reilly em 2005 e que desde então tem promovido bastante discussão entre profissionais da internet). Anteriormente, há pouquíssimo tempo atrás, as páginas de internet eram todas estáticas, ou seja, praticamente uma versão virtual do cartão de visita ou folder de uma empresa. Nada além de textos, imagens e links internos. O internauta acessava e saía sem qualquer interação.
Até que enfim perceberam que a internet era uma plataforma mais completa, pois também poderiam utilizá-la para canalizar e promover a inteligência coletiva. E de que forma? Usando a famosa Dialética: utilização do diálogo para atingir o conhecimento. Portanto, podemos inferir que a essência da Web 2.0 é “usar a web para ler e escrever conteúdo que permita e incentive a interação (compartilhamento e discussão) das pessoas com a internet, com o conteúdo online e entre si, isto facilitado pela plataforma de rede social e pela disseminação da banda larga”.
E o que isso tudo tem a ver com Arquitetura da Informação? Esta nova forma de pensar e agir fez com que os sites ficassem cada vez mais engenhosos, pois aplicar interatividade não é algo que se faz sem pensar ou tenha uma receita. É nesse contexto que surge o Arquiteto da Informação: um profissional que se concentra no planejamento de um espaço virtual, que o organize de tal forma que o usuário consiga facilmente (intuitivamente) atingir seu objetivo. Este profissional participa da estratégia criativa e da macroarquitetura de projetos web. Além disso, cria wireframes para serem aplicados pelo designer, faz testes de usabilidade, entre outras várias atividades. Seu trabalho não acaba aí, pois após a entrega é seu o papel de analisar dados de acesso ao site (Google Analytics), heatmaps e outros relatórios que subsidiem tomadas de decisão com relação ao site.
A Arquitetura da Informação é um tema muito extenso e interessante. Discutiremos mais sobre o assunto em outros posts. Não busquei esgotar esse tema, até porque isso seria complicadíssimo e desinteressante. O melhor é provocar discussões. Portanto, gostaria de receber as impressões e opiniões sobre o assunto.
Abaixo segue um vídeo do programa Olhar Digital sobre esse profissional. E veja aqui um podcast com Gil Barros publicado no JumpCast.
Todos somos viciados em receitas. Sempre precisamos de um passo-a-passo quando vamos aprender algo. Faz assim, assim e depois assado. Talvez porque quando criança repetíamos para aprender. Certo ou errado não me cabe julgar, além disso, é um assunto longo e não é foco, nem tenho competência. A questão é que levamos muito a sério isso e às vezes não consiguimos sair disso. Eu mesmo não faço nenhum prato sem receita, mas isso por falta de interesse em aprender. Já com marketing digital procuro estudar ao máximo e na prática utilizar a criatividade. Então, ao estudar não procuro uma receita de como fazer um marketing digital de sucesso, mas sim uma diretriz que me possa levar à eficiência.
Ao estudar encontrei um material, do iabUK, que caiu como uma luva com meus pensamentos. Em uma parte dele, são apresentados os princípios KUDOS, os quais considerei como uma diretriz ao Marketing Digital e os aplico no Planejamento de Comunicação e Marketing Digital de meus clientes. Abaixo apresento slides sobre o tema e depois discorro sobre cada um dos princípios.
Diretriz KUDOS
Diretriz – considero como diretriz pela relação entre KUDOS e a origem etimológica da palavra (ETIM lat. directrix ‘linha diretriz, conjunto de princípios e normas de procedimento, regras de comportamento’ – Houaiss).
Knowlegeable¹ – entendo como depreendível², ou seja, toda atividade deve ser clara e coerente para que o seu público-alvo seja capaz de compreender o conhecimento de marca que está sendo transmitido.
Useful – a ação em si deve ser útil ao público, se houver utilidade é porque há um valor percebido e então a marca será mais admirada e/ou desejada.
Desirable – desejável, é necessário haver um desejo do público em querer fazer parte da ação, em contribuir para que a mesma tenha sucesso.
Open – ambos devem estar abertos, a marca deixando claro o porquê daquela atividade e o público sendo capaz de integrar-se.
Shareable – talvez o principal, compartilhável, o público deve perceber grande valor, o suficiente para que deseje que seus próximos participem do mesmo sentimento.
Portanto, acredito que o profissional de marketing digital deve focar sua energia criativa a partir dessa linha direcional. Espero agora que possamos discutir mais sobre esse assunto na parte de comentários. Por favor, coloque sua posição sobre o assunto e fomentemos uma discussão construtiva.
¹para melhor entender a expressão, verifique isso e isso.
²neologismo: capacidade de depreender; capacidade de chegar a determinada conclusão, a partir de sinais ou raciocínio.
Atualização
A discussão sobre o assunto está esquentando no grupo IAB Brasil, do LinkedIn: http://migre.me/p7oe
In: email marketing
8 Mar 2010O Email Marketing é uma ferramenta de publicidade online altamente utilizada e conhecida por todos. Tanto é que nossas caixas de email estão abarrotadas de spams. Porém, esse tipo de atividade só tem a degradar a imagem do Email Marketing, o qual tem como objetivo principal criar campanhas altamente focadas ao perfil de cada indivíduo. Portanto, antes de criar uma campanha de Email Marketing é necessário conhecer algumas dicas de criação, utilizar boas práticas e ainda saber sobre o Código de Autorregulamentação.
Para exemplificar uma utilização simples e eficiente, demonstrarei um case de um dos meus clientes (reservo aqui a citação do nome da empresa cliente e números absolutos da campanha).
Case
Esta empresa já estava acostumada a enviar campanhas de Email Marketing para sua base de dados. Eram emails que chamavam atenção pelo seu design, e alcançavam resultados até então satisfatórios. Até que resolveram buscar uma prática que maximizasse seus resultados.
Foi quando fizemos um trabalho em conjunto. Nesta campanha, pudemos verificar que o elemento design foi secundário. Isto porque, não utilizamos qualquer imagem, apenas textos e formatações. O foco principal foi a relevância do conteúdo e o link para a página específica (e não para a página inicial do site). E ainda houve uma otimização da página de destino para converter os acessos em pré-inscrições no curso que estava sendo divulgado.
Então, o email foi enviado a base de dados filtrada e continha uma breve notícia (altamente relevante ao público e diretamente relacionada ao curso) com algumas informações sobre o curso e link para a página do mesmo. Nesta página, colocamos em evidência um botão para pré-inscrição no curso (um no início da página e outro no final).
Como resultado tivemos a quebra do recorde do número de visitas em um só dia. No dia 24 de fevereiro quando foi enviado o email, batemos o recorde e no dia 25 batemos novamente. Além disso, ainda como eco da ação, tivemos um acesso no final de semana maior do que era registrado nos anteriores.
Quando comparamos a semana em que foi enviado o email com a anterior observamos claramente o efeito da campanha.
Ou seja, houve um aumento de 72% no número de visitas e de 63% das páginas acessadas.
Nestes dois dias, 24 e 25 de fevereiro, a página mais acessada do site não foi a página inicial, como sempre havia sido, mas sim a página do curso. Sendo que a grande maioria dos acessos originou-se dos emails. E mais ainda, a partir da página do curso, a página mais acessada foi a de pré-inscrição. Isto é, tivemos uma taxa de conversão (objetivo) de 15,71%, uma taxa que ainda não havia sido alcançada.
Portanto, incomode-se com os resultados que você já tem obtido nas suas campanhas de Email Marketing e busque maximizar seus resultados seguindo as boas práticas divulgadas.
Este é só um exemplo para abrirmos uma discussão sobre o assunto. Utilize os comentários para fazer apontamentos e críticas e ainda divulgar outros bons resultados obtidos. Vamos compartilhar e interagir.
Páscoa é uma das datas comemorativas mais rentáveis para o comércio. Principalmente para empresas relacionadas a ovos de chocolate, cestas de café da manhã, lojas de chocolate e supermercados. Todos que querem ter lucro nessa época investe em publicidade. E não podem, sendo micro ou pequena ou média, deixar de lado o investimento online. Não podemos esquecer que a internet é muito influente nas compras, muitos entram em mecanismos de busca para conseguir dicas para presentear alguém, e o retorno sobre o investimento online pode surpreender. Portanto, abaixo segue algumas sugestões de Estratégias de Marketing Digital para a Páscoa:
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Email Marketing
Você tem outras idéias? Não concorda? Gostou? Por favor, utilize a área de comentários e vamos fomentar uma discussão saudável.
Este blog objetiva a discussão sobre marketing digital e interatividade com foco no aprimoramento de estratégias de marketing de pequenas, médias e grandes empresas. Fomentemos idéias.