Acredito que já há alguns anos vários profissionais de marketing, publicitários e comunicadores em geral vêm discutindo sobre a eficiência do marketing, principalmente quanto à comunicação e publicidade. E penso que hoje já temos uma ideia mehor formada em como o ambiente mudou e como as estratégias devem ser adaptadas. Já entendemos que não podemos abordar o marketing como há 60 anos atrás, quando o termo começou a ser difundido. Todo o contexto mudou: as pessoas, a visão do mundo e as ferramentas de marketing.

Então, diante dessas mudanças, por que continuar com as mesmas estratégias? Ou por que continuar tratando as novas ferramentas de comunicação como as tradicionais?

A Agência Click Isobar conseguiu fazer uma paralelo de forma simples e prática da comunicação do século XX e XXI, que você pode conferir no vídeo abaixo. Todo empreendedor do século XXI deve ter isso em mente.

Já há alguns anos a sociedade vê a ascensão das mulheres. E quem diria que aquelas que queimaram sutiãs, agora dominam a principal plataforma tecnológica da atualidade: a internet. Se você ainda não acredita, leia esse post. Se você já acredita e quer gerar negócios no seu site, leia esse post.

Antes de qualquer coisa, uma citação de quem entende:

“O século XIX ficou conhecido como o século europeu; o XX, como o americano. O século XXI será lembrado como o Século das Mulheres.” – Tsvi Bisk, Center for Strategic Futurist Thinking, 2008

Essa frase encontrei em uma pesquisa inspiradora da Sophia Mind, uma empresa de pesquisa e inteligência de marketing feminino. Como o objetivo desse post não é falar tudo sobre o comportamento da mulher em relação à internet, abaixo seguem 02 pesquisas da Sophia Mind para download, além das informações que achei que são de maior destaque.

* Gostaria de agradecer @brunomaletta que em nome de @sophiamind autorizou a publicação dos estudos apresentados no SlideShare.

Insights

SE: Mulheres querem FERRAMENTAS ONLINE para GANHAR TEMPO.

SE: 93% usam mídia social.

SE: 75% das internautas usam ORKUT.

SE: estão sempre em busca de conteúdo relevante.

SE: 55% das mulheres internautas já fizeram compra online.

SE: 48% gastam mais de R$ 200,00 por compra online e média de R$ 475,00.

ENTÃO: Por que não investir mais em conteúdo em sua loja virtual?

ENTÃO: Por que não implementar ecommerce em seu site/blog?

ENTÃO: Por que não fazer um aplicativo (ferramenta online) para mídia social que faça a ligação entre conteúdos e ecommerce?

Projeto Aberto

Agora vamos fazer acontecer. Vamos continuar essa discussão como um brainstorm e tirar mais ideias sobre o assunto. Dessa forma, nós do marketing digital podemos fomentar várias ideias aplicáveis de inúmeras maneiras e aumentar nosso network. Enquanto demais empreendedores podem encontrar ótimas soluções e profissionais para colocar em prática.

Faça seu comentário e divulgue para esquentar a discussão.

Hashtag: #projetoaberto #seculodasmulheres

<div style=”width:425px” id=”__ss_4293456″><strong style=”display:block;margin:12px 0 4px”><a href=”http://www.slideshare.net/aristeudm/midias-sociais-sophiamind” title=”Midias Sociais – SophiaMind”>Midias Sociais – SophiaMind</a></strong><object id=”__sse4293456″ width=”425″ height=”355″><param name=”movie” value=”http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=sophiamindmidiassociais-100525082110-phpapp02&stripped_title=midias-sociais-sophiamind” /><param name=”allowFullScreen” value=”true”/><param name=”allowScriptAccess” value=”always”/><embed name=”__sse4293456″ src=”http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=sophiamindmidiassociais-100525082110-phpapp02&stripped_title=midias-sociais-sophiamind” type=”application/x-shockwave-flash” allowscriptaccess=”always” allowfullscreen=”true” width=”425″ height=”355″></embed></object><div style=”padding:5px 0 12px”>View more <a href=”http://www.slideshare.net/”>presentations</a> from <a href=”http://www.slideshare.net/aristeudm”>Aristeu Livingstone</a>.</div></div>

A palavra Design é tão usada, por tantas pessoas diferentes, que sua ideia original acaba sendo comprometida ou, pelo menos, nos deixa confuso. Por exemplo, cabeleireiro é agora hair designer; o cara que usa o CorelDraw, o que cria embalagens, o artesão, o desenhista e o artista também são chamados de designers. Todos estão errados? Na verdade, se analisarmos a palavra em sua origem, em todos os casos há um certo sentido. Afinal, design é o quê?

Para entender essa palavra pensei em buscar os principais autores e então encontrar ideias convergentes. Mas aí eu estaria buscando ideias já prontas, raciocinadas por pessoas de uma determinada área. Sabe aquele negócio de “puxar a sardinha”? Eu estaria a mercê de interesses variados. Portanto pensei no que seria mais imparcial possível: o dicionário. Mais especificamente o Houaiss.

Então iniciemos a análise. Para facilitar, fiz algo semelhante a um mapa mental, já que nossa mente não é linear como um texto.

Primeiro, vamos decompor a palavra:

Design - mapa mental

Design - mapa mental

A palavra design não tem uma tradução livre para o português, mas há palavras que se assemelham. Agora, observem a etimologia de design e desígnio.

Design - mapa mental

Design - mapa mental

Agora vamos à discussão.

Observemos que essas duas palavras têm em comum a origem: a palavra em latim designàre, que tem o sentido de marcar, indicar. Ao mesmo tempo, quando decompomos anteriormente, percebemos a presença de ideias como: sinais, marcas, desenhos, ornamentos, embelezamento.

Bem… então “criei” um entedimento.

Quando “indica-se”, entendemos que está nos apontando um alvo, um objetivo. Se é um objetivo, temos que alcançá-lo. Se temos que alcançá-lo, devemos traçar uma estratégia, um projeto.

Portanto:

Design é um projeto para se alcançar um objetivo por meio de formas e desenhos.

Então, podemos depreender dessa ideia que o design não significa uma arte visual vazia, que existe apenas por ser bela (aliás, o que é belo?). Ela na verdade tem um propósito. E essa arte visual final foi concebida daquela maneira porque estudou-se qual era o problema e criou-se uma solução, depois deve-se aplicar e monitorar como está sendo o uso para possíveis adaptações futuras.

Discussão

Agora é a hora de aprofundarmos o diálogo. Você concorda? Tem outro entendimento? Gostaria de complementar com seu ponto de vista? Por favor, compartilhe suas ideias.

Compartilhar

Princípios do Design, IBM.

Traduzindo o Design, Mariane Senna.

Compreensão dos fundamentos do desenho, Desenhantes – dica de @moisescainan.

Indique outros textos e publicarei aqui.

Empresários e gerentes de marketing sempre chegam à epifania da Comunicação Digital: “Vamos fazer um novo site para a empresa!”. O problema é quando na verdade não necessitam de um novo site ou apenas precisam fazer um upgrade. O pior ainda é quando procuram empresas como a que eu vi hoje: plotado em um carro – site em 12x sem juros nos cartões de crédito (ou seja, não se preocupe com o objetivo, planejamento ou experiência da equipe – varejão do mercado digital).

Antes de tomar essa decisão, deve-se considerar algumas razões equivocadas para criar um novo site:

  • Cansado do site atual – Você pode até estar cansado do layout atual, mas seu público não. Nós estamos sempre acessando o site da nossa empresa, é uma tarefa diária, portanto facilmente nos entediamos com o layout. Enquanto o público continua satisfeito e a conversão está num bom nível.
  • Já faz 12 meses que foi criado o último site – Um site não tem prazo de validade. Apesar da velocidade das novidades nesse meio, um site consegue ficar atual por mais tempo, principalmente se ele foi criado pensando nas novas tendências e num formato de fácil atualização.
  • Simplesmente quer – Toda mudança deve ser justificada e baseada em números. Mais adiante (em métricas) discutiremos sobre subsídios ao planejamento do novo site.

O principal objetivo de um site é gerar negócios. Portanto, reflita sobre essas razões para um novo site:

  • Encontrar mais prospectos.
  • Converter prospectos em consumidores.
  • Construir imagem da marca – branding.

Agora você está decido? Sua empresa realmente precisa de um novo site? Então, vamos refletir sobre alguns pontos-chave na criação de um novo site, focado em gerar negócios.

Site deve atrair prospectos

Para atrair prospectos deve-se pensar em conteúdo. Um bom conteúdo sempre atrai visitas de qualidade. Entende-se como bom conteúdo aqueles que são relevantes ao público-alvo. E ele deve ser feito otimizado a mecanismos de busca, ou seja, encontrável. Depois, promova-o pela mídia social (Twitter, Orkut, Facebook, entre outros). Apesar de parecer simples, essas estratégias exigem bons profissionais para se alcançar bons resultados.

A área de conteúdo do site não deve ser estático, pois tanto o público quanto os mecanismos de busca gostam de conteúdos novos. E não se acanhe quanto à quantidade. Quanto mais conteúdo relevante e de qualidade, maior a probabilidade do site ser encontrado.

Site deve converter

Converter significa transformar uma visita em uma ação almejada, alcançar o objetivo daquela página que pode ser uma venda, um cadastro, um download, entre outros. As páginas devem sempre levar a uma ação do visitante. Portanto, estude bastante sobre os elementos call-to-action de cada página: quais serão, como se apresentarão, etc. Envie emails e newsletters com links para páginas específicas de seu site, relacionadas ao conteúdo. Invista constantemente em links patrocinados, esteja presente nas palavras-chave de seu negócio. O site deve ser o próximo passo após um evento: downloads de arquivos ou da apresentação, discutir mais sobre o assunto abordado, cadastro para receber um brinde exclusivo, qualquer outra coisa que imaginar.

Site deve devolver métricas

Não deixe de cadastrar o seu site no Google Analytics, ou outro semelhante. Isto porque as métricas vão dar a direção correta para seu site. É por meio dessas métricas que poderá ser tomada decisões sobre o site atual ou o novo site. Elas te indicarão onde investir mais, onde está errando, quais páginas têm melhor resultado e muito mais. Analise constantemente essas métricas, elas lhe revelarão dados surpreendentes, pois nem sempre nosso feelling está correto. Foque em poucas métricas, pois com muitas corre-se o risco de se perder e não conseguir tomar decisões corretas.

Resumindo

Site existe para gerar negócios. Portanto invista mais dinheiro, tempo e esforço no conteúdo e menos na “arte visual” do site. Dessa forma o seu site fica mais atrativo e encontrável. Otimize o site para a conversão e analise constantemente as métricas. Além do conteúdo, dê foco no design. Design é diferente de “arte visual”, pois nesse caso o design será o estudo de como o criar experiências significativas na interação do usuário com o site. Para isso existem os Designers e Arquitetos da Informação, entre outros profissionais.

Discussão

Vamos agora aprofundar esse assunto. Sei que há várias outras variáveis a serem consideradas, descrevi as que achei mais importante. Portanto, espero a sua contribuição: cite outros elementos que você acha importante, compartilhe suas experiências, discorde ou concorde comigo. Os comentários estão abertos para discussão.

Atualizando

A discussão também está progredindo bastante na rede Portal do Web Marketing.

Arquitetura da Informação é uma expressão que para muitos não tem importância ou função. Ou é algo que sempre fez, não acredita que precisa pagar para um profissional fazer somente isso. Engana-se quem pensa assim.

Essa história, na verdade, só começa a ter importância a partir da criação da idéia da Web 2.0 (assim batizado por Tim O’Reilly em 2005 e que desde então tem promovido bastante discussão entre profissionais da internet). Anteriormente, há pouquíssimo tempo atrás, as páginas de internet eram todas estáticas, ou seja, praticamente uma versão virtual do cartão de visita ou folder de uma empresa. Nada além de textos, imagens e links internos. O internauta acessava e saía sem qualquer interação.

Até que enfim perceberam que a internet era uma plataforma mais completa, pois também poderiam utilizá-la para canalizar e promover a inteligência coletiva. E de que forma? Usando a famosa Dialética: utilização do diálogo para atingir o conhecimento. Portanto, podemos inferir que a essência da Web 2.0 é “usar a web para ler e escrever conteúdo que permita e incentive a interação (compartilhamento e discussão) das pessoas com a internet, com o conteúdo online e entre si, isto facilitado pela plataforma de rede social e pela disseminação da banda larga”.

E o que isso tudo tem a ver com Arquitetura da Informação? Esta nova forma de pensar e agir fez com que os sites ficassem cada vez mais engenhosos, pois aplicar interatividade não é algo que se faz sem pensar ou tenha uma receita. É nesse contexto que surge o Arquiteto da Informação: um profissional que se concentra no planejamento de um espaço virtual, que o organize de tal forma que o usuário consiga facilmente (intuitivamente) atingir seu objetivo. Este profissional participa da estratégia criativa e da macroarquitetura de projetos web. Além disso, cria wireframes para serem aplicados pelo designer, faz testes de usabilidade, entre outras várias atividades. Seu trabalho não acaba aí, pois após a entrega é seu o papel de analisar dados de acesso ao site (Google Analytics), heatmaps e outros relatórios que subsidiem tomadas de decisão com relação ao site.

A Arquitetura da Informação é um tema muito extenso e interessante. Discutiremos mais sobre o assunto em outros posts. Não busquei esgotar esse tema, até porque isso seria complicadíssimo e desinteressante. O melhor é provocar discussões. Portanto, gostaria de receber as impressões e opiniões sobre o assunto.

Abaixo segue um vídeo do programa Olhar Digital sobre esse profissional. E veja aqui um podcast com Gil Barros publicado no JumpCast.

Como complemento do último post eu não poderia deixar de publicar esse ótimo vídeo-palestra-resumo que Estêvão Soares fez e publicou no Portal Administradores. Ele acompanhou o seminário Estratégia em Redes Sociais, organizado pela HSM, ocorrido dia 25 de março, ministrado pela Charlene Li, uma referência mundial em Mídia Social.

Veja abaixo o vídeo e depois conheça também o blog do Estêvão Soares. E não esqueçam de acrescentar sua opinião sobre o tema na área de comentários.

Criando e Liderando Estratégias Vencedoras para Mídias Sociais (Charlene Li) from Estêvão Soares on Vimeo.

Rede Social, Mídia Social, Social Media… o que não falta é nomenclaturas para o que poderíamos considerar como espaço virtual incentivador de interações. Sim, um “local” (espaço) no mundo virtual (virtual) no qual várias pessoas com interesses semelhantes “encontram-se” (incentivador) e discutem (interações) sobre temas relacionados. Poderíamos, então, aplicar esse conceito ao Orkut? Ao Facebook? Ao Twitter? Aos Blogs? Ao Foursquare? Acredito que sim.

Portanto, publicidade em Rede Social seria colocar banner nos vários blogs relacionados ao meu negócio (ou de seu cliente)? Seria colocar banner no Orkut? Ou seria criar um perfil e comunidades no Facebook? Talvez criar um blog e postar as atualizações no Twitter? Ser o maior frequentador do meu espaço no Foursquare?

Bem… eu diria que tudo isso faz parte, porém há algo mais. Acredito que distribuir panfletos dê resultados, mas uma ação melhor planejada e mais criativa e ousada pode dar resultados surpreendentes.

Iniciemos a discussão:

Como criar uma ação de Rede Social que promova um alto índice de conversão?

Antes de qualquer coisa, não podemos esquecer de definir conversão. Pode ser quantidade de visitas ao seu site (blog), quantidade de cadastros em sua newsletter, novos seguidores, novos amigos do perfil, novos membros na comunidade, entre várias outras possíveis definições…

Depois a estratégia. Acredito que a estratégia primordial para entrar no marketing da Rede Social (Marketing Digital e Interatividade) é ser um membro ativo, interativo. Isso não significa criar um blog e esperar que as pessoas acessem. Ou criar uma comunidade, alguns tópicos, enviar convites e esperar que as pessoas entrem e discutem.

Se você quer criar discussão em seu espaço virtual deve-se participar ativamente em outros espaços. Deve-se ser, primeiramente, relevante aos seus consumidores. Invista mais tempo participando de outras comunidades do que atualizando seu blog (site). Faça comentários em outros blogs, participe de discussões em outras comunidades, retuite e seja ativo em hashtags. Isso não é um truque ou um marketing intrusivo, pois sua interatividade será relevante e com bom conteúdo. Nada de comentários padronizados e links para seu site, mas sim exposição de  ideias e compartilhamento de conteúdos interessantes e de valor para aquele público. Seja importante e poderá ser digno de uma visita de qualidade em seu blog (site).

Não se deve criar uma Presença Digital (site, blog, perfil, comunidades) para ser conhecido. Deve-se criar uma Presença Digital para ser possível que lhe conheçam. No mundo virtual o melhor não é fazer uma comunicação que atinja muitos internautas, mas fazer com que muitos te busquem, te sigam. E para isso ocorrer existe uma principal ideia: relevância. Sendo relevante em suas interações conseguirá a confiança de outros, os quais se sentirão orgulhosos e à vontade de participar de discussões promovidas por você (ou sua empresa).

O que você acha sobre essa ideia? O que mais acrescentaria? Essa é só a ponta do iceberg. Compartilhemos mais ideias na área de comentários.

Todos somos viciados em receitas. Sempre precisamos de um passo-a-passo quando vamos aprender algo. Faz assim, assim e depois assado. Talvez porque quando criança repetíamos para aprender. Certo ou errado não me cabe julgar, além disso, é um assunto longo e não é foco, nem tenho competência. A questão é que levamos muito a sério isso e às vezes não consiguimos sair disso. Eu mesmo não faço nenhum prato sem receita, mas isso por falta de interesse em aprender. Já com marketing digital procuro estudar ao máximo e na prática utilizar a criatividade. Então, ao estudar não procuro uma receita de como fazer um marketing digital de sucesso, mas sim uma diretriz que me possa levar à eficiência.

Ao estudar encontrei um material, do iabUK, que caiu como uma luva com meus pensamentos. Em uma parte dele, são apresentados os princípios KUDOS, os quais considerei como uma diretriz ao Marketing Digital e os aplico no Planejamento de Comunicação e Marketing Digital de meus clientes. Abaixo apresento slides sobre o tema e depois discorro sobre cada um dos princípios.

Diretriz KUDOS

Diretriz – considero como diretriz pela relação entre KUDOS e a origem etimológica da palavra (ETIM lat. directrix ‘linha diretriz, conjunto de princípios e normas de procedimento, regras de comportamento’ – Houaiss).

Knowlegeable¹ – entendo como depreendível², ou seja, toda atividade deve ser clara e coerente para que o seu público-alvo seja capaz de compreender o conhecimento de marca que está sendo transmitido.

Useful – a ação em si deve ser útil ao público, se houver utilidade é porque há um valor percebido e então a marca será mais admirada e/ou desejada.

Desirable – desejável, é necessário haver um desejo do público em querer fazer parte da ação, em contribuir para que a mesma tenha sucesso.

Open – ambos devem estar abertos, a marca deixando claro o porquê daquela atividade e o público sendo capaz de integrar-se.

Shareable – talvez o principal, compartilhável, o público deve perceber grande valor, o suficiente para que deseje que seus próximos participem do mesmo sentimento.

Portanto, acredito que o profissional de marketing digital deve focar sua energia criativa a partir dessa linha direcional. Espero agora que possamos discutir mais sobre esse assunto na parte de comentários. Por favor, coloque sua posição sobre o assunto e fomentemos uma discussão construtiva.

¹para melhor entender a expressão, verifique isso e isso.

²neologismo: capacidade de depreender; capacidade de chegar a determinada conclusão, a partir de sinais ou raciocínio.

Atualização

A discussão sobre o assunto está esquentando no grupo IAB Brasil, do LinkedIn: http://migre.me/p7oe

O Email Marketing é uma ferramenta de publicidade online altamente utilizada e conhecida por todos. Tanto é que nossas caixas de email estão abarrotadas de spams. Porém, esse tipo de atividade só tem a degradar a imagem do Email Marketing, o qual tem como objetivo principal criar campanhas altamente focadas ao perfil de cada indivíduo. Portanto, antes de criar uma campanha de Email Marketing é necessário conhecer algumas dicas de criação, utilizar boas práticas e ainda saber sobre o Código de Autorregulamentação.

Para exemplificar uma utilização simples e eficiente, demonstrarei um case de um dos meus clientes (reservo aqui a citação do nome da empresa cliente e números absolutos da campanha).

Case

Esta empresa já estava acostumada a enviar campanhas de Email Marketing para sua base de dados. Eram emails que chamavam atenção pelo seu design, e alcançavam resultados até então satisfatórios. Até que resolveram buscar uma prática que maximizasse seus resultados.

Foi quando fizemos um trabalho em conjunto. Nesta campanha, pudemos verificar que o elemento design foi secundário. Isto porque, não utilizamos qualquer imagem, apenas textos e formatações. O foco principal foi a relevância do conteúdo e o link para a página específica (e não para a página inicial do site). E ainda houve uma otimização da página de destino para converter os acessos em pré-inscrições no curso que estava sendo divulgado.

Então, o email foi enviado a base de dados filtrada e continha uma breve notícia (altamente relevante ao público e diretamente relacionada ao curso) com algumas informações sobre o curso e link para a página do mesmo. Nesta página, colocamos em evidência um botão para pré-inscrição no curso (um no início da página e outro no final).

Como resultado tivemos a quebra do recorde do número de visitas em um só dia. No dia 24 de fevereiro  quando foi enviado o email, batemos o recorde e no dia 25 batemos novamente. Além disso, ainda como eco da ação, tivemos um acesso no final de semana maior do que era registrado nos anteriores.

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Quando comparamos a semana em que foi enviado o email com a anterior observamos claramente o efeito da campanha.

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Ou seja, houve um aumento de 72% no número de visitas e de 63% das páginas acessadas.

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Nestes dois dias, 24 e 25 de fevereiro, a página mais acessada do site não foi a página inicial, como sempre havia sido, mas sim a página do curso. Sendo que a grande maioria dos acessos originou-se dos emails. E mais ainda, a partir da página do curso, a página mais acessada foi a de pré-inscrição. Isto é, tivemos uma taxa de conversão (objetivo) de 15,71%, uma taxa que ainda não havia sido alcançada.

Portanto, incomode-se com os resultados que você já tem obtido nas suas campanhas de Email Marketing e busque maximizar seus resultados seguindo as boas práticas divulgadas.

Este é só um exemplo para abrirmos uma discussão sobre o assunto. Utilize os comentários para fazer apontamentos e críticas e ainda divulgar outros bons resultados obtidos. Vamos compartilhar e interagir.

Páscoa é uma das datas comemorativas mais rentáveis para o comércio. Principalmente para empresas relacionadas a ovos de chocolate, cestas de café da manhã, lojas de chocolate e supermercados. Todos que querem ter lucro nessa época investe em publicidade. E não podem, sendo micro ou pequena ou média, deixar de lado o investimento online. Não podemos esquecer que a internet é muito influente nas compras, muitos entram em mecanismos de busca para conseguir dicas para presentear alguém, e o retorno sobre o investimento online pode surpreender. Portanto, abaixo segue algumas sugestões de Estratégias de Marketing Digital para a Páscoa:

Link Patrocinado

  • anúncios de texto na rede de pesquisa e de conteúdo do Google, com campanha específica para cada rede;
  • buscar o máximo de palavras-chave: páscoa, ovo de páscoa, chocolate páscoa, mensagem páscoa, cestas de páscoa e suas derivações.;
  • caso empresa não venda para todo Brasil, especificar a localidade;
  • páginas de destino otimizada para venda online (conversão);
  • divulgar preços no anúncio pode ajudar, assim como cidade de entrega e telefone;
  • criar vários anúncios de acordo com as palavras-chave e localidade;
  • anúncios com foco nos cliques e CTR.

Anúncio gráfico no Orkut

  • anúncios de imagem sempre chamam mais atenção;
  • 75% dos internautas brasileiros usam o Orkut, entre outros dados;
  • anúncios com foco em impressões.

Orkut

  • faça um perfil no Orkut e incentive que lhe adicione;
  • faça sorteios de brindes e descontos;
  • guarde essas amizades, serão importante para você na próxima páscoa;
  • disponibilize alguns “cartões de mensagens” e aplique sua logomarca;
  • cuidado com spam, seja sempre relevante, senão perderá amizades.

Twitter

  • perfil com dicas e promoções relâmpago;
  • sorteios por RT (retuitadas) – pode tornar viral;
  • não exagere nos tweets, seja sempre relevante.

Email Marketing

  • utilize banco de dados próprio, se ainda não tem aproveite nessa pácoa para fazer;
  • não mande email todos os dias;
  • veja regras para não ir para o lixo eletrônico (spam);
  • crie um design envolvente, mas o principal é ter uma base de dados bem feito e links para páginas otimizadas para venda online (conversão).

Você tem outras idéias? Não concorda? Gostou? Por favor, utilize a área de comentários e vamos fomentar uma discussão saudável.

Sobre o blog

Este blog objetiva a discussão sobre marketing digital e interatividade com foco no aprimoramento de estratégias de marketing de pequenas, médias e grandes empresas. Fomentemos idéias.

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  • Aristeu Livingstone: Obrigado pelo comentário Moisés! Só pra complementar esse assunto dá uma olhada no entendimento [...]

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